Rique Nitzsche @ Administradores.com.br - 30/04/2012
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O pensamento de Simon é uma visão bastante radical sobre o significado das palavras que conhecemos. Quando as pessoas pensam na palavra design, elas associam-na a outras palavras: estética, acessórios de luxo, tecnologia, coisas mais caras. Design portanto parece ser uma coisa especial. Design não é uma coisa, é um processo, com início, meio e fim, e depois com um novo início de um processo interativo que não deveria acabar nunca. As pessoas percebem somente o final de cada etapa do processo quando surge a "coisa" que chama a atenção e que tem um valor diferenciado.
Na nossa vida diária existem tanto a natureza como todas as manifestações artificiais do homem realizadas através do design. Todos os sistemas organizados em códigos são expressões da criatividade humana através do processo do design. Engenharia, arquitetura, medicina, música, matemática, marketing, economia ou administração são disciplinas construídas pelo design. Essa é a resposta à indagação do título do artigo sobre a importância do design para a economia, para as finanças, para a administração, para o mercado. Sem design, não existiria qualquer tipo de mercado, nem administração. Simples assim.
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Só um pouco de brainstorm.
It's almost like being exposed to all this media over the years had instilled a kind of dormant design literacy on me. [...] "Let the dataset change your mindset." [...] You're capable of holding conflicting viewpoints joyously when you can see them. It's even fun to engage with them because it's visual.
Ignorância mandou um beijo. Quando aaprecer um link para abaixo-assinado, atualizarei aqui.
UPDATE: YouTube Brasil - Sobre a execução de música em vídeos do YouTube 09/03/2012
Ecad cobra taxa mensal de blogs que utilizam vídeos do YouTube - OGlobo.com 07/03/2012
Adv. Fernando Gravz (blog) fala sobre o assunto - Naosalvo.com.br 07/03/2012
O ECAD publicou em seu perfil no Facebook a “justificativa” para cobrar direitos autorais de blogs. Parece tudo muito bonito, mas é conceitual e juridicamente errado. Linkar ou “embedar” uma música não se enquadra em quaisquer das modalidades exemplificadas pelo próprio ECAD. Não é streaming, não é simulcasting e muito menos “ambientação de sites”. O Embed é um link que direciona ao YouTube e este já paga pelos direitos autorais do que ali é executado – e, ao embedar ou linkar, a obra correspondente é executada exatamente ali, no YouTube, recebendo o autor a paga por seu direito de proprietário intelectual.
A Lei que rege os direitos autorais é de 1998, época em que simplesmente não havia qualquer hipótese de imaginar algo como YouTube, “embed” e tanto menos CANAIS OFICIAIS – sendo que cabe ao usuário dessa rede permitir ou não o “embedamento”. Permitir o “embed”, opção que pode ser vetada por quem publica no YouTube, é EXPRESSAMENTE anuir com essa modalidade de link que, repita-se, não é transmissão nem restransmissão nem nada que seja previsto pela lei ou pelas publicações do Ecad. (…)
Aguarda-se, afinal, que o Poder Judiciário decida com base na Lei, valendo lembrar que o Ecad não é órgão público nem nada do tipo, mas sim um Escritório de Arrecadação de natureza privada, sem qualquer competência para estipular normas ou modificar textos legais para “benefício” de suas cobranças.
Colegas de trabalho compartilharam este link: http://acko.net/blog/this-is-your-brain-on-css (só abre em Google Chrome).
Subvertendo a intenção do autor, na hora veio a ideia de um fMRI de empresas, de preferência com informações e links inteligentes distribuídos; quem sabe, com um pouco de realidade aumentada. Isso é no que dá reler alguns textos sobre design de informação e visualização de dados quantitativos. O distante ensina.
Um post do grupo de discussão do IR 2.0 no LinkedIn me levou a esse post, publicado por Howard Lindzon, co-fundador e CEO do StockTwits. As imagens, detalhando o que foi exibido pela CNBC, falam por si só.
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[...] I love Stocktwits because a large group of investors and traders are discovering other large group of traders and investors and we are meeting the people on the opposite side of the trades. The people that are thinking the exact opposite of us. It has not led to fistfights. Just respect. [...]
É inevitável a comparação com as experiências ruins desse tipo de abordagem do mundo do consumidor. Mas o StockTwits tem políticas muito boas para estar nesse grupo. Aliás, aí vai um vídeo institucional que mistura toda essa atmosfera do nosso mundo consumidor com os investimentos.


Ana é bacharel em Administração formada pela EA/UFRGS, com conceito A, e registrada no CRA/RS. Com foco em Finanças e tentando entender as atividades crowd, descobriu-se apaixonada pelas novas fronteiras comportamentais. Há sempre uma música tocando na mente.